Prêmio Nobel

De Enciclopédia Médica Moraes Amato
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O engenheiro Dr. Alfred Bernhard Nobel, nascido em Estocolmo em 1833 e falecido em San Remo em 1896, foi o inventor da dinamite, em 1866. O Fato de vê-la posteriormente sendo empregada para fins bélicos, frustrou-o de tal maneira que, para se redimir desse Fato decidiu destinar a renda de sua fortuna para premiar os cientistas e literatos de todo o mundo que, anualmente, tivessem contribuído significativamente para o bem da humanidade. É óbvio que o Progresso da medicina beneficiou-se significativamente por essa plêiade de notáveis, entretanto, não se pode esquecer uma legião de pesquisadores, muitos deles que permaneceram no mais absoluto anonimato, participaram direta ou indiretamente para se chegar no elevado grau de Progresso em que a humanidade encontra-se hoje. Uma reflexão que se pode fazer ao relacionar as conquistas é a de que muitos na verdade foram premiados décadas depois de terem publicado suas pesquisas e o foram porque a contribuição feita no passado deu ensejo a descobertas bem mais tarde. Só esse Fato ressalta que não existe pesquisa pura e pesquisa aplicada e sim o que existe é que a aplicabilidade não é sempre imediata e muita vez ele vai ser a chave de outra descoberta ou entendimento de um Fenômeno bem depois. Cabe lembrar aqui que nenhum brasileiro foi contemplado com esse prêmio embora Peter Brian Medawar tenha nascido em Petrópolis e muitos de seus familiares residem no Brasil. Segue-se a lista daqueles que, desde 1901, mereceram esse prêmio: 1901Behring, Emil Adolf von Behring (Hansdorf, Prússia, 1854 – Marburg, Alemanha, 1917) por seu Trabalho em soroterapia, especialmente sua aplicação contra a Difteria. 1902 – Ronald Ross (Almora, Índia, 1857 – Putney, Londres, 1932) por suas pesquisas sobre a Malária e sua profilaxia. 1903 – Niels Ryberg Finsen, (Thórshavn, ilhas Feroë, 1860 – Copenhague, 1904) por suas pesquisas sobre as possibilidades terapêuticas da luz. 1904 – Ivan Petrovich Pavlov (Riazan, 1849 – Moscou, 1936) pelos seus trabalhos sobre as glândulas digestivas. 1905 – Robert Koch (Clausthal, Alemanha, 1843 – Baden-Baden, 1910) por sua descoberta do Bacilo da Tuberculose. 1906 – Camillo Golgi, (Corteno, Itália, 1844 – Pavia, 1926) e Santiago Ramon Y Cajal (Petilla de Aragón, 1852 – Madri, 1934) por suas pesquisas sobre a estrutura do Sistema nervoso. 1907 – Charles Louis Alphonse Laveran, (Paris, França, 1845 – 1922) por seus estudos sobre o paludismo. 1908 – Paul Ehrlinch, (Strehlen, Silésia, 1854 – Bad Hombur, 1915) e Ilya Ilyich Mechnikov (Kharkoff, Russia, 1845 – Paris, França, 1916) pelos seus estudos em imunologia. 1909 – Emil Theodor Kocher (Berna, Suíça, 1841-1917) por seus trabalhos em fisiologia, Patologia e Cirurgia da Glândula Tireóide. 1910 – Albrecht Kossel (Rostock, 1853 – Heidelberg, 1927) por seus trabalhos sobre a formação da uréia. 1911 – Allvar Gullstrand, (Landskrona, 1862 – Estocolmo, 1930) por seus trabalhos no campo da óptica física e da fisiologia. 1912 – Alexis Carrel (Sainte-Foy-lès-Lyon, 1873 – Paris, 1944) em Reconhecimento de seus trabalhos em Sutura Vascular e o transplante de veias de Sangue e Órgãos. 1913 – Charles Robert Richet (Paris, França, 1850 – 1935) pela descoberta da anafilaxia. 1914 – Robert Bárány (Viena, 1876 – Uppsala, 1936) por sua descrição de um Processo cirúrgico prático para o Tratamento da Otosclerose. 1919 – Jules Bordet (Soignies, 1870 – Bruxelas, 1961) pela descoberta do Micróbio da Difteria aviária e o da Coqueluche. 1920 – Schack August Steenberger Krogh (Grena, 1874 – Copenhaguen, 1949) por seus trabalhos sobre as trocas respiratórias e o papel dos capilares na Circulação. 1922 – O prêmio foi dividido igualmente para: Archibald Vivian Hill (Bristol, Inglaterra, 1886 – Cambridge, 1977) por seus trabalhos sobre os músculos e Otto Fritz Meyerhof (Hanôver, Alemanha, 1884 – Filadélfia, 1951) por suas pesquisas sobre a relação entre o consumo de Oxigênio e o Metabolismo do Ácido láctico no Músculo. 1923 – Frederick Grant Banting (Alliston, Ontário, Canadá, 1891 – Newfoundland, 1941) e John James Richard Macleod (Escócia, 1876–1935) pelas pesquisas sobre a insulina. 1924 – Willem Einthoven (Semarang, Java, 1860 – Leiden. Países Baixos, 1927) por sua descoberta do mecanismo da Eletrocardiografia. 1926 – Johannes Andreas Grib Fibiger (Silkeborg, 1867 – Copenhage, 1928) pela descoberta do Carcinoma Spiroptera. 1927 – Julius Wagner-Jauregg (Wels, 1857 – Viena, 1940) pela sua descoberta do valor terapêutico da Inoculação da Malária no Tratamento da Demência paralítica. 1928 – Charles Jules Henri Nicolle (Rouen, 1866 – Túnis, 1936) por suas pesquisas sobre o tifo, a Febre de Malta. 1929 – O prêmio foi igualmente dividido para: Christiaan Eijkman (Nijkerk, 1858 – Utrecht, 1930) pela descoberta das Vitaminas e Frederick Gowland Hopkins (Eastbourne, Inglaterra, 1861 – Cambridge, 1947) pela descoberta das Vitaminas do Crescimento. 1930 – Karl Landsteiner (Viena, 1868 – Nova Iorque, 1943) pela descoberta dos grupos sangüíneos e o fator Rhesus. 1931 – Otto Heinrich Warburg (Freiburg im Breisgau, 1883 – Berlim, 1970) por suas pesquisas acerca dos fermentos respiratórios (enzimas das oxidações celulares). 1932 – Edgar Douglas Adrian (Londres, 1889-1977) e Charles Scott Sherrington (Londres, 1857 – Eastbourne, 1952) por seus trabalhos sobre o Sistema nervoso. 1933 – Thomas Hunt Morgan (Lexington, Kentucky, 1866 – Pasadena, Califórnia, 1945) por pesquisas sobre Caracteres hereditários. 1934 – George Hoyt Whipple (Ashland, 1878 – Rochester, Nova Iorque, 1976); George Richards Minot (Boston, 1885 – Brookline, Massachussets, 1950) e William Parry Murphy (Stoughton, Wisconsin, 1892 - Brookline, Massachussets, 1987) por trabalhos referentes a Anemia. 1935 – Hans Spemann (Stuttgart, 1869 – Friburgo em Breisgau, 1941) por suas pesquisas sobre os mecanismos da evolução dos seres vivos. 1936 – Henry Hallet Dale (Londres, Inglaterra, 1875 – Cambridge, 1968) e Otto Loewi (Frankfurt, Alemanha, 1873 – Nova Iorque, 1961) pelos seus trabalhos de Farmacologia sobre os mecanismos Químicos das ações nervosas. 1937 – Albert Szent-Györgyi von Nagyrapolt (Budapeste, 1893) pela descoberta da vitamina C. 1938 – Corneille Jean François Heymans (Gand, Bélgica. 1892 – Knokke, 1968) por seus trabalhos sobre a respiração. 1939 – Gerhard Domagk (Lagow, Brandemburgo, 1895 – Burgberg, 1964) pelos trabalhos sobre o Câncer e as sulfamidas. 1943 – O prêmio foi dividido igualmente para: Henrik Carl Peter Dam (Copenhague, Dinamarca, 1895 – 1976) pela descoberta da vitamina K e Edward Adelbert Doisy (Hume, Illinois, 1893 – Saint Louis, 1986) pela descoberta da natureza química da vitamina K. 1944 – Joseph Erlanger (San Francisco, Califórnia, 1874 – Saint Louis, 1965) e Herbert Spencer Gasser (Platteville, Wisconsin, 1888 – Nova Iorque, 1963) pelo estudo da diferenciação funcional das fibras nervosas, a influência da Pressão sangüínea sobre a Secreção renal, o Choque traumático e a Condução cardíaca. 1945 – Ernest Boris Chain (Berlim, Alemanha, 1906 – Irlanda, 1979); Alexander Fleming (Lochfield, Escócia, 1881 – Londres, Inglaterra, 1955) e Howard Walter Florey (Adelaide, Austrália, 1898 – Oxford, Inglaterra, 1968) pela descoberta da penicilina e seu uso no Tratamento de doenças contagiosas. 1946 – Hermann Joseph Müller (Nova Iorque, 1890 – Indianapolis, 1967) pela descoberta da produção de Mutação pela irradiação do Raio X. 1947 – O prêmio foi dividido igualmente para: Carl Ferdinand Cori (Praga, 1896 – Cambridge, Massachussets, 1984) e Gerty Theresa Cori (Praga, 1896 – Saint Louis, 1957) por seus trabalhos sobre Metabolismo e Enzimas e Bernardo Alberto Houssay por seus trabalhos sobre as glândulas de Secreção interna. 1948 – Paul Hermann Müller (Olten, 1899 – Basiléia 1965) pela descoberta da alta Eficiência do DDT com um Veneno contra vários artrópodes. 1949 – O prêmio foi dividido igualmente para: Antonio Caetano de Abreu Freire Egas Moniz (Avanca, 1874 – Lisboa, 1955) nos trabalhos referentes ao valor terapêutico da Leucotomia em certas psicoses e Walter Rudolf Hess (Frauenfeld, Suíça, 1881 – Locarno, 1973) pela descoberta da organização funcional do Cérebro como um coordenador das atividades dos Órgãos internos. 1950 – Philip Showalter Hench (Pittsburgh, 1896 – Ocho Rios, Jamaica, 1965); Edward Calvin Kendall (South Norwalk, Connecticut, 1886 – Rahway, New Jersey, 1972) e Tadeus Reichstein (Wloclawek, Polônia, 1897 – Basiléia, Suíça, 1996) por trabalhos sobre a aplicação da cortisona aos reumatismos. 1951 – Max Theiler (Pretoria, 1899 – New Haven, Connecticut, 1972) pela descoberta concernente a Febre amarela. 1952 – Selman Abraham Waksman (Priluki, 1888 – Hyannis, 1973) pela descoberta da Estreptomicina como o primeiro Antibiótico eficiente contra a Tuberculose. 1953 – O prêmio foi dividido igualmente para: Hans Adolf Krebs (Hildesheim, Alemanha, 1900 – Oxford, Inglaterra, 1981) pela descoberta do Ciclo do Ácido cítrico e Fritz Albert Lipmann (Königsberg, Alemanha, 1899 – Poughkeepsie, Nova Iorque, 1986) pela descoberta do co-enzima A e sua importância no Metabolismo intermediário. 1954 – John Franklin Enders (West Hartford, Connecticut, 1897 – Waterford, 1985); Thomas Huckle Weller (Ann Arbor, Michigan, 1915) e Frederick Chapman Robbins (Auburn, Alabama, 1916) pela descoberta da Capacidade do vírus da Poliomielite para crescer em culturas de vários tipos de Tecido. 1955 – Axel Hugo Theodor Theorell (Linköping, Suécia, 1903 – Estocolmo, 1982) pela descoberta referente a natureza e modo de ação da oxidação dos Enzimas. 1956 – André Frédéric Cournand (Paris, França, 1895 – Great Barrington, Massachussets, 1988); Werner Forssmann (Berlim, Alemanha, 1904 – Schopfheim, 1979) e Dickinson Woodruff Richards (Orange, New Jersey, 1895 – Lakeville, Connecticut, 1973) pelos estudos referentes ao Cateterismo Cardíaco e mudanças patológicas no Sistema circulatório. 1957 – Daniel Bovet (Neuchâtel, Suíça, 1907 – Roma, Itália, 1992) por seus trabalhos sobre os anti-histamínicos e os Curarizantes de síntese (relaxantes musculares). 1958 – O prêmio foi dividido igualmente para: George Wells Beadle (Wahoo, Nebrasca, 1903 – Pomona, Califórnia, 1989) e Edward Lawrie Tatum (Boulder, Colorado, 1909 – Nova Iorque, 1975) pela descoberta que o gen age pela regulação definida de eventos Químicos e Joshua Lederberg (Montclair, New Jersey, 1925) pela descoberta da recombinação sexual e a Transdução nas bactérias. 1959 – Arthur Kornberg (Brooklyn, Nova Iorque, 1918) e Severo Ochoa (Luarca, Espanha, 1905 – Madri, 1993) pela descoberta do Ácido ribonucléico e sua síntese. 1960 – Frank MacFarlane Burnet (Traralgon, Victoria, Austrália, 1899 – Melbourne, 1985) e Peter Brian Medawar (Petrópolis, Rio de Janeiro, 1915 – Inglaterra, 1987) pelos seus trabalhos em Tolerância imunológica adquirida. 1961 – Georg von Békésy (Budapeste, Hungria, 1899 – Honolulu, Hawaii, 1972) pelos estudos sobre o mecanismo físico de estimulação dentro da cóclea. 1962 – Francis Harry Compton Crick (Northampton, Inglaterra, 1916); James Dewey Watson (Chicago, Illinois, 1928) e Maurice Hugh Frederick Wilkins (Pongaroa, Nova Zelândia, 1916) pela descoberta da estrutura em Hélice dupla do Ácido desoxirribonucléico. 1963 – John Carew Eccles (Melbourne, Austrália, 1903); Alan Lloyd Hodgkin (Danbury, Essex, Inglaterra, 1914 – Cambridge, Inglaterra, 1998) e Andrew Fielding Huxley (Hampstead, Londres, Inglaterra, 1917) pela descoberta referente aos mecanismos iônicos envolvidos na excitação e Inibição na porção periférica e Central da membrana celular do nervo. 1964 – Konrad Emil Bloch (Neisse, Alemanha, 1912) e Feodor Lynen (Munique, Alemanha, 1911-1979) pelos trabalhos sobre o Metabolismo do Colesterol e dos ácidos graxos no homem. 1965 – François Jacob (Nancy, França, 1920); André Michel Lwoff (Ainay-le-Chateau, França, 1902 – Paris, França, 1994) e Jacques Lucien Monod (Paris, França, 1910 – Cannes, França, 1976) pelos trabalhos sobre o Controle Genético do Enzima na síntese viral. 1966 – O prêmio foi dividido igualmente para: Charles Brenton Huggins (Halifax, Nova Scotia, Canada, 1901 – Chicago, Illinois, 1997) pela descoberta do Tratamento hormonal do Câncer prostático e Francis Peyton Rous (Baltimore, Maryland, 1879 – Nova Iorque, 1970) pelos trabalhos sobre a indução virótica do Tumor. 1967 – Ragnar Arthur Granit (Helsinki, Finlândia, 1900); Haldan Keffer Hartline (Bloomsburg, Pennsylvania, 1903 – Fallston, Maryland, 1983) e George Wald (Nova Iorque, 1906 – Cambridge, Massachusetts, 1997) pelas investigações dos mecanismos fisiológicos e Químicos da visão. 1968 – Robert William Holley (Urbana, Illinois, 1922 – Los Gatos, Califórnia, 1993); Har Gobind Khorana (Raipur, Índia, 1922) e Marshall Warren Nirenberg (Nova Iorque, 1927) pela interpretação do código Genético e sua Função na síntese proteíca. 1969 – Max Delbrück (Berlim, Alemanha, 1906 – Pasadena, Califórnia, 1981); Alfred D. Hershey (Lansing, Michigan, 1908 – Syosset, Nova Iorque, 1997) e Salvador Edward Luria (Torino, Itália, 1912 – Lexington, Massachusetts, 1991) pelo estudo da Genética de bactérias e vírus, e a estrutura das membranas celulares das bactérias. 1970 – Julius Axelrod (Nova Iorque, 1912); Bernard Katz (Leipzig, Alemanha, 1911) e Ulf von Euler (Estocolmo, Suécia, 1905-1983) por seu Trabalho sobre o mecanismo da Transmissão dos influxos nervosos ao nível dos sinapses. 1971 – Earl W. Jr. Sutherland, (Burlingame, Kansas, 1915 – Miami, Flórida, 1974) pelo estudo referente a mecanismos de ação dos hormônios. 1972 – Gerald Maurice Edelman (Nova Iorque, 1929) e Rodney Robert Porter (Lancashire, Inglaterra, 1917 – Winchester, Hampshire, 1985) pela descoberta concernente a estrutura química dos anticorpos. 1973 – Karl von Frisch (Viena, Áustria, 1886 – Munique, Alemanha, 1982); Konrad Lorenz (Viena, Áustria, 1903 – Altenburg, Alemanha, 1989) e Nikolaas Tinbergen (Hague, Países Baixos, 1907 – Oxford, Inglaterra, 1988) por estudos sobre a organização do Comportamento individual e social padrão. 1974 – Albert Claude (Longlier, 1899 – Bruxelas, 1983); Christian René Duve (Surrey, Inglaterra, 1917) e George E. Palade (Iasi, Romêmia, 1912) por estudos referentes a organização estrutural e funcional da Célula. 1975 – David Baltimore (Nova Iorque, 1938); Renato Dulbecco (Catanzaro, Itália, 1914) e Howard Martin Temin (Filadélfia, Pensilvânia, 1934 – Madison, Wisconsin, 1994) pela descoberta concernente a Interação entre tumores viróticos e o material Genético da Célula. 1976 – Baruch Samuel Blumberg (Nova Iorque, 1925) e Daniel Carleton Gajdusek (Yonkers, Nova Iorque, 1923) pela descoberta concernente a novos mecanismos de origem e disseminação de doenças infecciosas. 1977 – O prêmio foi dividido igualmente para: Roger Charles Louis Guillemin (Dijon, França, 1924) e Andrew Victor Schally (Vilno, Polônia, 1926) por seus estudos sobre hormônios do Encéfalo e Rosalyn Sussman Yalow (Nova Iorque, 1921) pela descoberta do ensaio radio-imunológico, que permite detectar quantidades mínimas de hormônios, Enzimas e outras substâncias. 1978 – Werner Arber (Gränichen, Suíça, 1929); Daniel Nathans (Wilmington, Delaware, 1928 – 1999) e Hamilton Othanel Smith (Nova Iorque, 1931) pela descoberta da restrição de Enzimas e sua aplicação para problemas da Genética molecular. 1979 – Alan Macleod Cormack (Johannesburg, África do Sul, 1924 – Winchester, Massachusetts, 1998) e Godfrey N. Hounsfield (Newark, Inglaterra, 1919) pelo desenvolvimento da tomografia computadorizada. 1980 – Baruj Benacerraf (Caracas, Venezuela, 1920); Jean Baptiste Dausset (Toulouse, França, 1916) e George Davis Snell (Bedford, Massachusetts, 1903 – Bar Harbor, Maine, 1996) pelas descobertas de estruturas geneticamente determinadas na Superfície celular que regula as reações imunológicas. 1981 – O prêmio foi dividido igualmente para: Sperry, Roger Wolcott Sperry (Hartford, Connecticut, 1913 – Pasadena, Califórnia, 1994) pela descoberta referente a Especialização funcional dos hemisférios cerebrais. Hubel, David Hunter Hubel (Windsor, Ontario, Canadá, 1926) e Torsten Nils Wiesel (Uppsala, Suécia, 1924) pela descoberta do Processo de informação no Sistema visual. 1982 – Sune Karl Bergström (Estocolmo, Suécia, 1916); Bengt Ingemar Samuelsson (Halmstad, Suécia, 1934) e John R. Vane (Tardebigge, Inglaterra, 1927) pelos estudos referentes a Prostaglandinas e sua relação biologicamente ativa. 1983 – Barbara Mc Clintock (Hartford, Connecticut, 1902-1992) pela descoberta de elementos genéticos. 1984 – Niels Kaj Jerne (Londres, Inglaterra, 1911 – Castillon-du-Gard, França, 1994); Georges J.F. Köhler (Munique, 1946 – Freiburg, 1995) e César Milstein (Bahía Blanca, Argentina, 1927) pelas teorias concernentes ao desenvolvimento específico e Controle do Sistema imunológico e a descoberta de princípios para a produção de anticorpos monoclonais. 1985 – Michael Stuart Brown (Nova Iorque, 1941) e Joseph Leonard Goldstein (Sumter, Carolina do Sul, 1940) pela descoberta da regulação do Metabolismo do Colesterol. 1986 – Stanley Cohen (Brooklyn, Nova Iorque, 1922) e Rita Levi-Montalcini (Turin, 1909) pela descoberta de fatores tumorais. 1987 – Susumu Tonegawa (Nagoya, Japão, 1939) pela descoberta do Princípio Genético para a geração da diversidade de anticorpos. 1988 – James Whyte Black (Londres, Inglaterra, 1924); Gertrude Belle Elion (Nova Iorque, 1918 – Chapel Hill, 1999) e George Herbert Hitchings (Hoquiam, Washington, 1905) pela descoberta de princípios importantes para o Tratamento por drogas. 1989 – John Michael Bishop (York, Pensilvânia, 1936) e Harold Eliot Varmus (Oceanside, Nova Iorque, 1939) pelos trabalhos concernentes à origem celular de Tumor retroviral. 1990 – Edward Donnall Thomas, (Mart, Texas, 1920) e Joseph E. Murray (Milford, Massachusetts, 1919) pelos trabalhos concernentes à Transplante de órgãos e células no Tratamento de doenças humanas. 1991 – Erwin Neher (Landberg, Bavaria, 1944) e Bert Sakmann (Stuttgart, Sakmann, 1942) pelos trabalhos concernentes à Função de um único Canal de íon em células. 1992 – Edwing G. Krebs (Lansing, Iowa, 1918) e Edmond H. Fischer (Shangai, China, 1920) pelos trabalhos concernentes à fosforilação protéica reversível como um mecanismo biológico regulador. 1993 – Richard J. Roberts (Derby, Inglaterra, 1943) e Phillip A. Sharp (Falmouth, Kentucky, 1944) pela descoberta da divisão dos gens. 1994 – Alfred G. Gilman (New Haven, Connecticut, 1941) e Martin Rodbell (Baltimore, Maryland, 1925 – Carolina do Norte, 1998) por trabalhos referentes às proteínas-G e seu papel na Genética. 1995 – Edward B. Lewis (Wilkes-Barre, Pensilvânia, 1918); Christiane Nüsslein-Volhard (Magdeburg, Alemanha, 1942) e Eric F. Wieschaus (South Bend, Indiana, 1947) por trabalhos referentes ao Controle Genético do início do desenvolvimento do Embrião. 1996 – Peter C. Doherty (Austrália, 1940) e Rolf. M. Zinkernagel (Basel, Suíça, 1944) por trabalhos concernentes à Especificidade da Célula na Defesa imunológica. 1997 – Stanely B. Prusiner (Des Moines, Iowa, 1942) pela descoberta de priônios – um novo Princípio biológico de Infecção. 1998 – Robert F. Furchgott, (Charleston, South Carolina, 1916); Louis J. Ignarro (Brooklyn, Nova Iorque, 1941); e Ferid Murad (Whiting, Indiana, 1936) por trabalhos concernentes ao Sistema cardiovascular com óxido nítrico marcado. 1999 – Günter Blobel (Waltersdorf/Silesia, Alemanha, 1936) pela descoberta de que as proteínas tem marcas intrínsecas que orientam seu transporte e localização na Célula. 2000 – Arvid Carlsson, (Uppsala, Suécia, 1923); Paul Greengard (Nova Iorque, USA, 1925) e Eric Kandel (Viena, Áustria, 1929) pelos estudos de Transmissão no Sistema nervoso.

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